Quinze anos tentando dar forma às mesmas perguntas: como criar, como ajudar, como existir por conta própria. Cada tentativa virou um projeto. Nenhum foi desperdiçado — todos viraram estrelas nesta constelação.
Uma linha do tempo não-linear. Estrelas apagadas são projetos que pausaram — não que morreram. Clique em cada uma.
Ateia mística. Pensamento sistêmico. Altas habilidades e TDAH — um motor potente, à procura do equipamento certo para rodar no tempo do mundo.
Passou por um espaço terapêutico físico, por leituras de tarô que viraram canal no YouTube, por um e-book, por tentativas de site que nunca ficaram prontas. Hoje aprende IA por engenharia reversa e metáfora, mirando um lugar onde tecnologia e humanidade se encontram — sem hierarquia, sem fingir ser quem não é.
(este parágrafo é um rascunho — pode reescrever do seu jeito.)